Mas vou deixar de conversa mole... vamos atualizar!
Minha Veinha passou uns dias aqui conosco... tudo de bom. Foi exatamente na época que Paulinho começou a trabalhar, aí como ela estava aqui, eu não senti o “impacto” da ausência dele. Passávamos o dia batendo perna. De um lado para o outro. Até atrás de um bacalhau ela me fez ir. É que dia 09 foi meu aniversário e ela queria preparar uma de suas especialidades: Bacalhau a Gomes de Sá. Ela tava era mal intencionada... queria agarrar a gente pela boca feito peixe...kkkkkk. Encontramos o danado lá no Marché du Vieux-Port. O preço foi imoral: CAD$20 o Kg! E olha que era um bacalhauzinho muito do chinfrim. Só Mainha mesmo para ter coragem de pagar essa grana. Mas... valeu a pena! Ficou uma delícia! Pena que não tirei uma foto. Por falar em meu aniversário... tive uma festa virtual! Minhas irmãs chamaram meus parentes e amigos lá para casa e me fizeram uma surpresa. Acho que isso faz parte do plano de me matar do coração aos 30 anos, ops... 31. Morri de chorar. Minha vontade era catar tudo e pegar um avião. Olha que minha mãe tava aqui... não quero nem imaginar o ano que ela não puder vir. Quem está longe da família a mais tempo tem maior propriedade para falar sobre isso que eu, mas mesmo com pouca experiência tenho uma certeza: a distância é uma ferida que nunca sara. Quando ta criando a casquinha chega uma data como aniversário... Natal...dia das Mães/Pais... aí a gente coça e ela volta a sangrar. Vou ter que me acostumar.
Fomos visitar o Parc National de la Jacques-Cartier. O lugar é lindo! Inesquecível! Principalmente porque foi o lugar onde Lucas e eu vimos neve pela primeira vez em nossas vidas! Emocionante!























Dia 14 minha mãezinha voltou para casa... e eu fiquei na solidão... buáááááá! Neste dia acordamos e vimos os carros “congelados”. É isso aí! Tinha uma camada de gelo em cima deles. Não estávamos preparados para esse tipo de situação. Não ainda em outubro. Existem umas escovas para neve e raspadores para gelo... mas... não tínhamos. Então, meu querido marido (sempre muito criativo!), pegou uma espátula que trouxemos do Brasil para aplicar uns adesivos de parede e raspou o gelo. Até que funcionou. O podre é que ficou com a mão “congelada”. Claro que providenciamos a escova/espátula na mesma semana. Só ta faltado a pá! É... uma pá! Para cavar a neve e poder tirar o carro que ficará afundado qualquer dia desses. Qualquer dia mesmo... Hoje está assim:
Na ida - 8h













Na volta - 15h







